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Opinião - Contatos de 4° grau

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010


Contatos de quarto grau é um filme de ficção científica/suspense, estrelado por Milla Jovovich, com direção de Olatunde Osunsanmi


Tudo começa com a própria atriz, identificando-se como ela mesma, explicando que se trata de um filme baseado em fatos reais e que, portanto, devemos escolher entre acreditar ou não nos fatos que serão mostrados. Um começo dramático, inusitado, eficiente.

O filme narra a vida de uma psicóloga que enfrenta estranhas e perturbadoras coincidências em seu consultório ao mesmo tempo em que tenta lidar com a morte do marido e as implicações dessa tragédia (a cegueira psicológica da filha e a rebeldia do filho).

(Abro aqui um parêntesis para criticar a imagem dos psicólogos vendida pelas produções hollywodianas. Gente, mesmo com apenas dois semestres de curso, sei que psicologia não é essa bobagem que a indústria cinematográfica tenta passar. É uma área do conhecimento humano, séria e respeitada, sem essa passividade e mesmice que estamos acostumados a ver na telinha.)

De volta ao enredo, vemos uma série de clientes queixando-se dos mesmos sintomas clínicos: distúrbios do sono, apreensão e medo constantes e, o mais peculiar de todos, visão de uma coruja branca que, como eles mesmos relatam posteriormente, não se trata realmente de uma coruja.  Mas, é claro que não irei me aprofundar nos detalhes para não estragar a história.

O que achei de tudo isso? Bem...

Confesso que, com aproximadamente 1 hora de filme, precisei levantar e respirar fundo devido a uma cena em especial que me deixou um pouco atordoada. O filme não seria tão chocante se não tivesse as cenas reais intercaladas às cenas fictícias. Depois dessa tensão, eu esperava que as coisas esquentassem, mas não foi o que aconteceu. Ao contrário, o filme foi ficando morno até esfriar de vez.

E tudo ficou mais sem graça depois que resolvi pesquisar o filme na internet. Foi dessa maneira que descobri coisas como... Bem, é melhor vocês descobrirem sozinhos. Para quem já assistiu ou não tem intenção de assistir, pode clicar nos links a seguir sem medo. Para quem pretende assistir, recomendo que não clique, pois há spoilers e revelações sobre a trama.

Clique aqui, ou aqui.


É isso, meus caros.
Bjiin e até mais.



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Acho que estou...

domingo, 12 de dezembro de 2010

Ontem estava assistindo um filme beeeem antiguinho no Megapix: Junior (1994), com Danny DeVito e Arnold Schwarzenegger.


Particularmente, não simpatizo nem um pouco com os papéis interpretados pelo Schwarzenegger... Aliás, a minha implicância é com o gênero do filme e não com o ator propriamente. Tenho a mesma cisma com o Stallone e com o Van Damme, por exemplo.

Mas, essa animosidade não ocorre quando assisto essa pérola que é Junior. O mais engraçado é que o longa é ruim pra caramba, com a situação mais improvável possível: um homem... GRÁVIDO! Não vou descrever o filme porque todo mundo já o conhece de cor e salteado, mas preciso aplaudir os roteiristas e produtores pela imensa cara de pau para criar tal enredo mirabolante, ignorando totalmente todos os aspectos biológicos por trás do processo gestacional.

Claro que toda essa incoerência e falta de bom senso não significam nada para mim, já que gosto bastante do filme. Não me pergunte o porquê. Simplesmente gosto. Entretanto, caso você seja chato e continue se perguntando o que tenho na cabeça para gostar do supracitado filme, posso dar uma resposta básica: é engraçado imaginar um mundo onde os homens possam engravidar. Imagine um cara fortão e alto com uma barriguinha sexy de 9 meses...


Para te ajudar a visualizar , eis aqui uma imagem:

Que coisinha mais catita!!! rs

Esdrúxulo, né?

Enfim, um filme bobo, é verdade, e com uma atuação medíocre de Schwarzenegger (Novidade...), mas engraçado ao seu jeito. É tosquice elevada à quarta potencia, e isso não é necessariamente uma coisa ruim. Agora me açoitem! Eu mereço depois dessa declaração pública de cafonice. rs