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De olho nas estatísticas

terça-feira, 24 de maio de 2011

Depois de uma vida sem escrever um post decente para o HPBD, resolvi verificar a quantas andam as estatísticas deste blog. Claro que os meus números não são assim uma Brastemp, mas para um blog pessoal e sem divulgação, até que estão ok.

Enfim, estou escrevendo estas linhas só para postar uma novidade que não havia reparado antes nas estatísticas: as palavras-chaves que trazem leitores ao meu humilde cantinho. Achei interessante e curiosa as expressões que os meus amáveis "paraquedistas" usam para chegar aqui. Confiram:

1 - Desenho com a letra V
5 - Desenho de guarda-chuva
9 - Imagem de música

Notei que a maioria das buscas está relacionada à categoria Música Ilustrada, um quiz que eu criei aqui no blog.
Os títulos em rosa são links para as postagem que tem relação com essas palavras-chaves.
Recomendo fortemente que vocês vejam os números 2 e 8.

Por hoje é só.

Bjiin e até a próxima!
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Dependentes tecnológicos, who?

Gente, estava dando uma olhada nos rascunhos que deixei intocados aqui no blog e dei de cara com este texto que escrevi há séeeeeculos (Leia final do ano passado...rs). Fiquei uns dois minutos me perguntando o porquê de não ter publicado o dito cujo, e, como não obtive resposta, decidi postar agora. Bora ler?
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Passar as férias numa ilha tem muitos pontos positivos. Praia, sol, descanso, paz. Para uma tvmaniaca, internauta incorrigível e aprendiz de blogueira, no entanto, passar um período prolongado longe desses aparatos não é a morte, mas dóoooi.

Esse apego que temos com a tecnologia (Estou me focando apenas ao que diz respeito à informação e comunicação) me fez refletir sobre o quanto nos tornamos dependentes dela. Sem querer, nos tornamos escravos das nossas próprias criações, e eu não sei dizer se isso é bom ou ruim... Aliás, nem acho que esse julgamento caiba a mim.

Quer um exemplo? Então me diga, filho: quantas pessoas que você conhece ficaram à beira do desespero por causa da pane da OI? Os grandes empreendimentos, as lotéricas e a população em geral, tiveram seus prejuízos. Veja bem: uma companhia telefônica entra em crise e o Brasil estremece com o impacto! Não é engraçado lembrar que há menos de 55 anos os celulares nem existiam? Imagino que essa informação deve ter chocado você, criança nascida no século XXI, mas os celulares não foram criados juntamente com a humanidade.

Eu sei que o incidente da Oi teve uma grande dimensão, afetando bem mais que a telefonia móvel, mas acho interessante lembrar que aparelhos relativamente recentes, como um celular, tenham se tornado tão corriqueiros e indispensáveis.

Já que estou falando em tecnologia, não poderia concluir este texto sem falar do já tão comentado tablet da Apple. Bonito, moderno, empolgante, mas não substitui celular, nem computador, nem nada! Tudo bem, o objetivo não é substituir esses outros utilitários, senão servir como um facilitador para o dia-a-dia... Um complemento. Aliás, um complemento de no mínimo R$ 1600, diga-se de passagem.

Deixo claro que não tenho nada contra a Apple ou seus produtos. Se você quiser me presentear com qualquer coisa da marca, eu aceitarei com um sorriso de orelha a orelha. Entretanto, se o Ipad é tão caro e desnecessário, qual o motivo de tanto alvoroço em torno dele? Qual não foi minha surpresa ao saber que a venda do dito cujo em Salvador aconteceria a partir da 00:00h... Fico me perguntando: que tipo de marketing é esse que incita uma pessoa em sã consciência a se deslocar de sua residência à meia noite para comprar um aparelhinho high teck caro e dispensável?

E a imprensa, é claro, endeusando o produto e as suas funcionalidades, ou seja, cumprindo o seu papel. Isso sem falar da pressão psicológica envolvida à respeito do número limitado de aparelhos para venda. E, pior: tem até lista de espera!!! Certamente você não sobreviveria sem um exemplar do tablet da famosa maça.
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Alô Realengo, aquele abraço solidário

quinta-feira, 14 de abril de 2011

POR JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE

Não tinha amigos, não batia papo nem contava piada, nunca namorou, jamais lhe deram um cheiro no cangote ou alisaram sua mão, nunca transou, não torcia por time algum, nunca foi ao Maracanã, não xingou juiz de ladrão, de sua garganta jamais saiu um grito apaixonado de gol, não desfilou em qualquer bloco de carnaval. Passava o tempo na internet, em jogos eletrônicos, mas nunca recebeu um aviso no FaceBook solicitando: “me adicione como amigo”.

Esse filme a gente já viu. Ele é americano. Surge, agora, uma produção brasileira, um compacto que mistura roteiros das várias versões importadas dos Estados Unidos. Aqui o cenário foi uma escola em Realengo, no subúrbio carioca. O personagem principal invadiu a escola, executou friamente 12 alunos e feriu mais dez. Foram importados dos Estados Unidos seu nome - Wellington - e os dois apelidos - Sherman e depois Suingue, botados pelos colegas.

O primeiro foi inspirado na figura nerd de Chuck Sherman, “the Sherminator”, do filme American Pie. O segundo, no seu jeito desajeitado de caminhar, causado por uma perna ligeiramente menor que a outra, que produz um balanço, um “suingue”, no dizer debochado dos colegas. Na versão americana de Ohio, o aluno H. Coon, que entrou na escola e atirou em quatro colegas antes de se suicidar, também mancava e ficou conhecido pelo apelido de Deixa-que-eu-chuto.

A história de Wellington começa a ser contada, aos fragmentos, por colegas, vizinhos e irmãos adotivos entrevistados pela mídia, com registros esparsos sobre seu nascimento e sua passagem pelo mundo da família, da escola e do trabalho. Aliás, ele não nasceu, foi excluído do ventre de sua mãe - uma moradora de rua com problemas mentais.

Precisa de carinho

Na escola, usava calças com cós acima da cintura e meias até os joelhos. A menina mais bonita da turma se jogava em cima dele, fingindo assediá-lo, só pra sacanear. Ganhou fama de homossexual. Não reagia às agressões. À semelhança do estudante de origem sul coreana, nos Estados Unidos, Cho Seung-hui, que matou 32 pessoas na Universidade de Virginia e deixou uma carta dizendo ter sido discriminado como um bicho: “Eu morro como Jesus Cristo, para inspirar gerações de pessoas fracas e indefesas”.

Seguindo o modelo americano, Wellington também escreveu uma carta, rogando para que na sua vinda “Jesus me desperte do sono da morte”. Nela, deixou um testamento, legando sua casa para alguma instituição encarregada de cuidar dos animais abandonados, “pois os animais são seres muito desprezados e precisam muito mais de proteção e carinho do que os seres humanos que possuem a vantagem de poder se comunicar”.

Wellington não tinha o poder de se comunicar. “Mal ouvíamos a voz dele, vivia no mundo dele”, contou uma vizinha. “Era muito calado, muito fechado e a galera pegava muito no pé dele, mas não a ponto de ele fazer isso”, disse seu ex-colega Bruno Linhares, 23 anos, se referindo ao massacre. Precisava de proteção e carinho?

Outros colegas admitiram que o rapaz foi vítima de “bullying” na Escola Municipal Tasso da Silveira, onde estudou de 1999 a 2002, quando sofreu constantes intimidações. “Além de tudo, ele ainda tirava notas baixas”, completou Bruno. No 8º ano, ficou em recuperação em quase todas as matérias.

“A gente chorou muito pensando que Wellington matou aquelas 12 crianças em represália pelo que aconteceu com ele quando nós estudávamos juntos”, contou Thiago da Cruz, outro ex-colega, que usou o adjetivo assustador para se referir ao bullying e à chacota a que Wellington foi submetido. Em entrevista à Folha, reconheceu que não suspeitava do dano que cometeram e acrescentou chorando: “Não era para ninguém ter pago por uma coisa que nós fizemos”.

“Ele era tímido e calado”, confirmou ao Globo o gerente da fábrica de alimentos Rica, sediada em Jacarepaguá, adiantando que Wellington permaneceu silencioso o tempo todo numa dinâmica de grupo realizada na firma, onde trabalhou durante dois anos como auxiliar de almoxarifado. A indústria, que abate 170 mil aves por dia e aloja cerca de 46 milhões de pintos, considerou “baixa” a produtividade dele.

Por isso, Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, foi excluído do trabalho, demitido em agosto de 2010. Ficou desempregado. Depois da morte da mãe adotiva, passou a morar sozinho, mergulhado na mais extrema solidão. Não foi apurado ainda com que recursos ele sobreviveu nos últimos meses.
Nessa quinta feira, 7 de abril, vestido de preto e com duas armas, como o menino de Ohio, Wellington voltou ao local do crime -a escola onde estudou- para acabar com aquilo que o molestara. Incorporou o apelido de “The Sherminator”, encurralou e executou 12 crianças, feriu outras 13, quase todas mulheres, num banho de sangue nunca visto numa escola brasileira. Depois, ferido, se suicidou com um tiro na boca.

Escola de merda

Errou o alvo. Atirou no que viu e matou o que não viu. Ceifou os sonhos de Larissa,14 anos, que queria ser modelo; de Bianca, a gêmea de 13 anos, que gostava de navegar na internet; de Mariana, 12 anos, o xodó da família, que adorava tirar fotografias; de Géssica, 15 anos, uma menina alegre que havia feito planos de estudar na Marinha; de Igor que gostava de futebol, torcia pelo Flamengo e jogava na Escolinha do Vasco. E de tantas outras adolescentes sonhadores.

“Ela morreu naquela escola de merda”, gritava dentro do hospital dona Suely, mãe de Géssica. Familiares e amigos ficaram imersos no desespero, na revolta, na dor e na perplexidade. Como foi possível isso acontecer? Podíamos ter evitado? Como?

“Poderia ter sido um de nós, um de nossos filhos”, escreveu uma leitora do Globo, sem atentar que foram 12 de nós, 12 de nossos filhos. Por isso é que o Brasil inteiro se sentiu ferido com os tiros disparados por Wellington, que atingiu a todos nós, embora com intensidade diferente.

O presidente do Senado, José Sarney, sempre “brilhante”, sugeriu que “o governo deve, a partir desse episódio, reforçar a segurança dentro das escolas brasileiras e até mesmo incluir no currículo um item chamado segurança”. Outras sugestões foram feitas: instalação de câmeras, detectores de metal, catracas, guaritas, porteiros armados. Por que não canhões? Ou fossos ao redor como nos castelos feudais? Isolar a escola da comunidade onde está encravada é alguma garantia de segurança?

A prefeitura do Rio chegou a iniciar, em novembro do ano passado, a contratação de porteiros para as escolas, mas houve denúncias de que as vagas estavam sendo loteadas através de indicação política, naquele modelo que o Sarney gosta, usa e abusa. Suspenderam as contratações e abriram uma CPI.

O governador Sérgio Cabral, ainda desorientado, diagnosticou o assassino como “psicopata”, como um “animal”, reforçando as palavras de Sarney. para quem Wellington é “um fanático”, “um fronteiriço, possesso -esta é a palavra - entre a loucura e a maldade”. O diagnóstico dos dois configura “exercício ilegal da profissão”.

Quem produziu Wellington? Por que um espetáculo tão macabro, no qual todos somos perdedores? Se não procurarmos responder essa pergunta, outros Wellingtons surgirão, tirando o gostinho dos Bolsonaros por seu linchamento, já que se suicidou. O diabo é que estamos todos perplexos, confusos. Quem diz que sabe o porquê do acontecido, sinalizando um único fator como a causa de tudo, comete um erro. Uma certeza nós temos: nem o presidente do Senado nem o governador sabem o que dizem.

Desconfio que além das pessoas tocadas de perto pela tragédia, precisamos todos, os 180 milhões de brasileiros, de assistência psicológica. No meio de tanta dor, não temos ainda a grandeza sequer de dizer: Descansa em paz, Wellington. Enquanto isso, só nos resta fazer como os familiares das crianças assassinadas e os moradores de Realengo que nesse sábado deram um enorme abraço na Escola Tasso da Silveira.

Alô, Alô, Realengo, aquele abraço solidário e aquele cheiro no cangote que Wellington nunca recebeu, levando consigo três fiapos de humanidade: o beijo na testa da professora de literatura, a preocupação com os animais desamparados e a retirada de um aluno de sua mira: “Fica frio, gordinho, que eu não vou te matar”.


Preciso dizer mais alguma coisa?
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Vida de professor

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Que professor sofre, disso ninguém duvida. É dolorosamente irônico concluir que uma profissão tão necessária é também uma das mais mal pagas e desvalorizadas do país. Longe daquela imagem de sabedoria e respeito de outrora, os mestre de hoje são maltratados pelo sistema e pelos alunos.
Basta uma simples pesquisa na internet para constatar a degradação do ensino e a inferiorização do professor, especialmente aqueles que trabalham em localidades de risco. O docente de hoje convive com o medo de agressões, que podem ser físicas ou verbais e, não raro, acabam por desistir da profissão ou adquirem doenças psicológicas ou gástricas. Ou os dois!

Durante meu ensino fundamental, cheguei a presenciar algumas discussões entre professores e alunos, mas nada que passasse de "bate-boca" e uma boa conversa com a diretora. Tive professores que angariaram respeito pela sua postura exigente e quase maternal, outros o conseguiu pelo medo que causava nos estudantes, mas também conheci exemplares que não tinham o mínimo controle da turma e pareciam nem se importar com isso.

De qualquer forma, não consigo deixar de me perguntar quando foi que a profissão de professor passou a ser tão perigosa a ponto de uma reprovação ser motivo de um homicídio. O que explica um aluno bater severamente na professora por causa de uma discussão em sala? Por que tanta violência num espaço onde a palavra-chave é educação? Por que, meu caro leitor?
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Você precisa saber

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Estava dando uma lida no ótimo Dando Pitacos e me deparei com  uma triste, mas real, notícia de um crime bárbaro que, lamentavelmente, vem passando impune. Trata-se do estupro corretivo, praticado contra mulheres lésbicas para "curá-las" da sua condição. Asco, repulsa, raiva, são as sensações que tive ao ler o texto. 

Para vocês terem uma idéia, transcrevo aqui uma das frase mais chocantes do post: 

"Uma menina nascida na África do Sul tem mais chances de ser estuprada do que de aprender a ler.". 

Revoltante, não é?

O link para o post é este aqui e aproveito para pedir que todos assinem a petição linkada pelo autor do blog em prol da luta contra este crime bárbaro. Não custa  nada, é rápido e ajudará muitas pessoas.

Um grande abraço
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Direitos autorais de imagens - Como proceder

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Copyright Symbols
Fonte da imagem: MikeBlogs

Desde o dia em que resolvi criar um blog, a minha maior preocupação sempre esteve focada na apropriação ilegal de textos ou ideias alheias. Não tenho, nem nunca tive, intenção de ferir os direitos de outrem, mas temia que a minha inexperiência e ingenuidade, em se tratando de blog, me rendesse futuras dores de cabeça.

Por conta disso, pesquisei bastante pela net afora a respeito da temática e sobre como evitar conflitos legais com tantos outros autores espalhados por aí. Nessa busca, encontrei excelentes materiais, instrutivos, de fácil leitura e compreensão, como:


Nesses locais você encontrará textos sérios e de qualidade sobre diversos assuntos de extrema importância para blogueiros iniciantes ou avançados. Os links disponibilizados o direcionará ao tema em questão que é respeito aos direitos do autor e plágio, mas recomendo uma passeada pelos demais posts desses blogs.

Em minhas andanças, notei que muito se fala em direitos dos blogueiros sobre seus textos publicados, mas é difícil encontrar algum material interessante e de fácil assimilação quando se trata dos direitos sobre imagens. A maioria dos blogs que visito usam imagens para ilustrar seus posts, mas nem sempre estas são creditadas. Confesso que, logo quando criei o blog, também não julgava este assunto importante. O interesse em dar os créditos ao dono da imagem surgiu à medida em que comecei a entender as implicâncias jurídicas que a falta deste pode proporcionar.

Se você ainda não acredita nas complicações legais que uma simples imagem pode causar, veja a história narrada pelo autor do blog Fique Rico. Agora saiba que tudo isso pode ser evitado. Não entendo de leis e de blogs, portanto não discorrerei sobre o assunto. A minha proposta é compartilhar com os meus leitores alguns links úteis, frutos da minha pesquisa sobre o assunto, para quem, como eu, tem a preocupação de fazer as coisas de  forma ética.

Um site interessante nesse quesito é o Public Domain Pictures.Net, que disponibiliza imagens para serem usadas livre e gratuitamente, desde que o usuário credite a figura, mediante link. Uma outra forma interessante de conseguir imagens sem infringir as leis é procurá-las no Flickr. A vantagem é que este site permite a busca de fotografias pelo tipo de licença de uso. Clicando em Explorar > Creative Commons, você poderá escolher entre as diversas modalidades de licença e cumprir as determinações de cada uma delas.

Por fim, temos o Google Imagens, local onde até então eu buscava as ilustrações dos meus posts. Aviso aos navegantes que essa estratégia pode lhes render sérios problemas, inclusive o próprio site avisa que as imagens ali disponíveis podem ter direitos autorais e servem meramente para visualizações na web. Entretanto, há uma opção de buscar as imagens do Google pelos direitos de uso, conforme demonstração a seguir:

Página de imagens do Google. Clique para aumentá-la.
 A proposta parece boa, mas não consegui entender o funcionamento desta estratégia. Não sei quais das licenças disponíveis se aplicam às necessidades dos blogueiros, mas deixo a dica para quem quiser explicar ou tentar descobrir.

Enfim, escrevi este post com um objetivo bem específico: indicar bons textos e soluções para blogueiros iniciantes que, como eu, encontram-se perdidos e interessados nas leis que regem a blogosfera. Não tenho a mínima pretensão de destrinchar este tema porque não o domino, logo, não se trata de um texto técnico, mas de orientação. Em vista disso, peço às pessoas que lêem o blog e que entendem mais do assunto que indiquem, via comentário, dicas e outros materiais interessantes sobre o tema.

Bjiin


**Atualização**

Olha que interessante: lendo descompromissadamente o Blogosfera legalizada, descobri um post muito pertinente ao assunto discutido aqui. Trata-se de uma lista com diversos links de sites cujas imagens são de domínio público! Agora não tem mais por que correr riscos com imagens protegidas por direitos autorais, né?
Muito legal, mesmo!

**Atualização II**

Dando pitacos também oferece uma ótima alternativa para a questão. Confira o recurso e a forma de utilização clicando no link.
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Enquanto isso, no msn Brasil...

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Ah, não precisava punir! Era só pedir com carinho que ele agredia por livre e espontânea vontade.

Justiça má!


Fonte da imagem: Msn Brasil (Hum... É mesmo?)
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E por falar em resiliência...

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Quem comprou o jornal A Tarde deste domingo (19/12) pode conferir uma entrevista muito bacana na seção Empregos e negócios, p. 8, com o empresário David Portes. Para quem ainda  não conhece a sua história, trata-se de um ex-camelô, ex-cortador de cana e ex-morador de rua que conseguiu (com esforço, talento e muita, muita sorte)  superar os desafios da vida e se sagrar empreendedor de sucesso.

Fonte da imagem: Mundo do Marketing

Quem olha para a imagem de David (acima) , bem vestido, bem-sucedido, não diria que em um passado obscuro ele tenha tido que dormir ao relento, acompanhado por sua esposa, grávida à época. A história desse guerreiro ganhou novo rumo quando ele tomou um empréstimo de R$ 12,00 com um porteiro para comprar remédio para sua esposa. Motivado por alguma intuição que só pessoas como ele e Sílvio Santos podem entender, David investiu esse mísero capital em doces e, a partir daí, sua vida começou a mudar. E para melhor.

O negócio cresceu, David prosperou e hoje recebe mais de R$ 100 000, 00 por mês. Ele tem empresas de grande valor no mercado, realiza palestras pelo mundo todo, está prestes a lançar seu segundo livro e, segundo revelação do mesmo ao jornal, trabalha na construção do "único site em 3D do mundo". 

"Eu nunca pensei que ia ganhar prêmios junto com Philip Kottler nos Estados Unidos, como melhor palestrante de marketing em Nova Iorque. Um camelô, só com a 8ª série. Eu não sabia que tinha esse dom.".
Trecho da entrevista concedida por David Portes ao jornal A Tarde.

Sem dúvida, David Portes é um exemplo emblemático de superação, de força de vontade e de espírito empreendedor. Uma inspiração que serve para mim e para você, querido leitor. Infelizmente, não há maneira de publicar a reportagem na íntegra aqui sem ferir os direitos alheios. Entretanto, para quem tiver interesse, recomendo uma pesquisa no Google sobre a vida dessa personalidade marcante. Adianto que vale muito à pena clicar e se encantar com essa fantástica história de vida.

Até mais.